Vista AI capta US$ 29,5 milhões em rodada Série B para expandir varreduras automatizadas de ressonância magnética em sistemas de saúde

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A Vista AI garantiu US$ 29,5 milhões em financiamento Série B para acelerar a expansão de seu software automatizado de varredura por imagens de ressonância magnética (MRI) em hospitais e centros de diagnóstico por imagem. A rodada inclui novos investimentos estratégicos do Cedars-Sinai Health System, Intermountain Health, University of Utah Hospital System, Temple University and Fox Chase Cancer Center e Tampa General Hospital, além da participação da Khosla Ventures, Bold Brain Capital e investidores existentes.

Com sede na Califórnia, a empresa desenvolve software que automatiza a aquisição de exames de MRI, enfrentando a escassez de profissionais e as restrições operacionais nos departamentos de radiologia. Sua plataforma foi projetada para padronizar a qualidade das imagens e reduzir a complexidade dos exames, permitindo que os tecnólogos realizem exames consistentes com menor dependência de expertise especializada. A solução de MRI cardíaca da Vista AI já recebeu aprovação da FDA e está em uso comercial.

Com o novo financiamento, a Vista AI planeja ampliar seu portfólio além da imagem cardíaca para incluir MRI de cérebro, próstata e coluna, sujeito à aprovação regulatória. A empresa também está expandindo sua oferta para incluir serviços de varredura remota, permitindo que instalações sem expertise local em MRI cardíaca ofereçam exames avançados por meio de conexão a um suporte centralizado. Em conjunto, esses esforços buscam tornar a MRI avançada mais acessível em uma gama mais ampla de ambientes de atendimento.

A Vista AI relata melhorias operacionais mensuráveis em locais que adotaram a tecnologia precocemente. No Brigham and Women’s Hospital, a plataforma aumentou a capacidade de MRI cardíaca em 50%, eliminou um acúmulo de 28 dias e possibilitou acesso no dia seguinte sem necessidade de pessoal ou equipamentos adicionais. Na Radiology Regional, um provedor de serviços de imagem no sudoeste da Flórida, a varredura automatizada reduziu o tempo dos exames em mais da metade e permitiu que tecnólogos sem experiência prévia em MRI cardíaca realizassem os estudos de forma confiável.

Líderes dos sistemas de saúde participantes da rodada identificaram a automação como uma resposta necessária ao aumento da demanda e às limitações de pessoal. “A consistência na qualidade das imagens se traduz diretamente em um melhor atendimento ao paciente, e agora somos capazes de fornecer esse padrão consistente de excelência em todo o nosso sistema”, afirmou Maureen Burgess, Partner da Cedars Sinai Health Ventures. O Dr. Blake Gardner, da Intermountain Health, acrescentou que a automação pode ajudar a levar a imagem avançada além dos grandes centros médicos e para ambientes comunitários.